Causas, sintomas e tratamento da insônia. Abordamos todos os tipos de insônia, como insônia aguda, crônica, insônia primária e secundária, insônia leve, moderada ou grave. Tratamentos naturais, médicos e alternativos.


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Insônia - O que é

A capacidade de dormir bem é fundamental ao bem estar do indivíduo. Este «dormir bem» é relativo, sendo que as frequentemente referidas oito horas de sono não são uma obrigatoriedade - algumas pessoas necessitam de apenas seis ou sete horas de sono enquanto que para outras são necessárias nove ou dez; para a mesma pessoa, a duração ideal pode também variar - as pessoas geralmente precisam de dormir mais (e, ironicamente, têm maior dificuldade em fazê-lo) quando estão sob um maior nível de stress, ou atravessam um período de vida mais sedentário.

Os problemas de sono constituem uma situação bastante frequente, sendo que mais de metade das pessoas na idade adulta os experimentam actualmente, ou já os experimentaram em algum momento da sua vida. Nomeadamente, os estudantes do ensino superior são particularmente susceptíveis de desenvolver este tipo de perturbação. Isto pode ser atribuído ao estilo de vida que frequentemente os caracteriza: muitas coisas para fazer em pouco tempo, resultando em elevados níveis de ansiedade, e, por vezes, particularmente no caso de estudantes que vivem em residências, a ausência de um refúgio propício ao descanso.

De todos os problemas de sono, a insónia é talvez o mais frequente. Esta pode surgir em diferentes formas: dificuldade em adormecer, adormecer facilmente mas acordar muitas vezes durante a noite, ou acordar antes de ter dormido o suficiente e não conseguir adormecer novamente. Consoante a duração deste padrão, a insónia pode ser considerada transitória (apenas algumas noites), de curto prazo (de duas a quatro semanas) ou crónica (durante a maior parte das noites durante pelo menos um mês).

Qualquer pessoa com insónias que já tenha experimentado contar carneiros sabe que a eficácia desta estratégia é altamente discutível. A boa notícia é que, no caso da insónia transitória e da de curto prazo (e, até certo ponto, também no caso da insónia crónica), esta pode estar a ser causada por um conjunto de factores que a pessoa pode, de forma autónoma, identificar e modificar, de modo a dormir melhor.

Estes factores podem ser enquadrados em duas áreas: externos e internos - de entre os externos destacam-se as questões relacionadas com o horário, o ambiente de sono e a alimentação; de entre os internos há que considerar o papel das sensações físicas e dos pensamentos experienciados pela pessoa quando está a tentar dormir. Se tem um problema de insónias, o mais provável é que esteja a cometer erros relativamente a pelo menos um destes factores.


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